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Nossa Clínica - Itens filtrados por data: Março 2016
Terça, 19 Abril 2016 16:51

O que é sustentabilidade ?

Propõe-se a ser um meio de configurar a civilização e atividade humanas, de tal forma que a sociedade, os seus membros e as suas economias possam preencher as suas necessidades e expressar o seu maior potencial no presente, e ao mesmo tempo preservar a biodiversidade e os ecossistemas naturais, planejando e agindo de forma a atingir pró-eficiência na manutenção indefinida desses ideais.

A sustentabilidade abrange vários níveis de organização, desde a vizinhança local até o planeta inteiro.

 

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Os homens costumam procurar mais o médico – são dois em cada dez – e a região Centro-Oeste é campeã de casos: sete em dez moradores apresentam alterações na pele. E cuidar dela não é questão de vaidade ou estética, mas de saúde.

Médicos explicam que não se deve espremer cravos e espinhas em casa, apenas no consultório ou com profissional especializado. Apertar uma região inflamada sem o devido cuidado pode ser perigoso, por espalhar bactérias para uma área maior. Os micro-organismos das mãos e unhas podem contaminar a pele e o sangue se um vaso se romper.

Clima, alterações hormonais na adolescência, tendências individuais e até ansiedade antes de eventos importantes podem causar o problema. Quanto aos alimentos, nenhuma pesquisa ainda conseguiu provar que têm a capacidade de agravar esse distúrbio. O recomendado é prestar atenção nos produtos que podem desencadear uma reação e evitá-los.

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Compromisso com nossas crianças !

A Mattel, fabricante da boneca Barbie, confirmou que produzirá uma boneca sem cabelos para ser distribuída exclusivamente em hospitais infantis e outros centros de tratamento de crianças com câncer nos Estados Unidos e no Canadá.

"A boneca será uma amiga da Barbie e possuirá acessórios que permitem que as crianças partilhem, no momento da brincadeira, experiências similares às que podem estar passando na vida real", informou a assessoria de imprensa da Mattel no Brasil. A Barbie careca não será comercializada e não há previsão de lançamento no Brasil.

A decisão da produção da boneca ocorreu depois de uma campanha pelo site de relacionamentos Facebook, em que uma comunidade com 157,4 mil participantes pedia que a empresa fizesse a Barbie careca. Uma petição online também foi assinada por quase 35 mil pessoas.

 

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Fonte: http://g1.globo.com/mundo

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O HPV está diretamente ligado ao câncer de colo do útero, a segunda maior causa de morte de mulheres por tumor no mundo, atrás apenas do de mama.

E os homens também são atingidos: até 40% dos casos de câncer de pênis são causados por esse vírus, cujo contato alcança 80% da população sexualmente ativa.

O vírus do papiloma humano (HPV) está diretamente ligado ao câncer de colo do útero, a segunda maior causa de morte de mulheres por tumor no mundo, atrás apenas do de mama. Os principais sintomas da doença são sangramentos e dor nas relações sexuais.

Segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca), sem considerar o câncer de pele não-melanoma, o de colo do útero é o mais incidente na Região Norte (24 por 100 mil mulheres). No Centro-Oeste (28 por 100 mil) e no Nordeste (18 por 100 mil), ocupa a segunda posição. No Sudeste (15 por 100 mil), o terceiro lugar, e no Sul (14 por 100 mil), o quarto. Enquanto o Amazonas tinha, em 2008, uma taxa de mortalidade de 16,7 casos por 100 mil mulheres, São Paulo registrava 3,13.

Toda mulher que tem ou já teve vida sexual deve fazer o exame preventivo ginecológico, especialmente na faixa etária entre 25 e 64 anos, segundo recomendação do Inca. O papanicolau não dói, principalmente quando a mulher está relaxada. Isso porque o colo do útero não tem enervação.

Além do papanicolau – que deve ser feito anualmente ou a cada dois anos, se der dois exames negativos seguidos –, há outros métodos para confirmar a presença do HPV, como a colposcopia e a captura híbrida (ainda não feita pelo Sistema Único de Saúde).

Após o exame, a paciente deve retornar ao local (laboratório, ambulatório, posto ou centro de saúde) na data marcada para saber o resultado e receber as instruções. Tão importante quanto fazer o teste é buscá-lo e apresentá-lo ao médico.

Em alguns casos, o HPV pode causar verrugas na parte genital, tanto nos homens quanto nas mulheres. Outros sintomas nos homens são manchas ou coloração diferente na glande, mas o vírus também pode não apresentar nenhum sinal. O homem deve investigar a suspeita de contaminação com um urologista, e o exame é chamado de peniscopia.

Na mulher, há três formas de manifestação do HPV: clínica, que são as verrugas; subclínica, que são as lesões no colo do útero pré-cancerígenas e que só o papanicolau detecta; e a forma latente, quando o vírus fica escondido, sem provocar sintomas.

A maioria das infecções é transitória e combatida espontaneamente pelo sistema imunológico, principalmente entre as mulheres mais jovens (abaixo dos 30 anos). Em 80% dos casos, o organismo destrói o vírus em cinco anos.

Em outros pacientes, o HPV não é combatido e, quando reaparece, pode alterar as células da pele, que começam a nascer deformadas. Mas isso não é percebido imediatamente, porque fica numa camada profunda. À medida que a pele superficial é substituída, as camadas de baixo chegam à tona e a lesão se torna aparente.

O HPV também pode desencadear lesões na boca, garganta e no ânus. E uma doença mais séria, como o câncer, pode levar até 15 anos para se desenvolver após a instalação do vírus. Por isso, o exame precoce é fundamental.
Entre os 200 tipos de HPV, existem 13 reconhecidos como causadores de câncer pela Agência Internacional para Pesquisa sobre o Câncer (Iarc). Desses vírus, os mais comuns são o 16 e o 18.
As vacinas disponíveis hoje no mundo não garantem imunidade contra todos os tipos. Estão registradas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) as vacinas quadrivalente (HPV 6,11,16 e 18) e bivalente (HPV 16 e 18) contra o câncer do colo do útero, indicadas para mulheres com idade entre 9 e 26 anos.

Segundo o Inca, a vacina contra o HPV é uma promissora ferramenta para o combate ao câncer, mas ainda é uma prática distante da realidade dos países de baixa e média renda, por causa do alto custo.

 

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Fonte: g1.globo.com/bemestar/

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A média de consumo diário do brasileiro, porém, é mais que o dobro disso. Cerca de 25% da população tem hipertensão, que costuma ser silenciosa.

As pessoas comem sal o tempo todo, muitas vezes sem perceber. Não é porque você não adicionou o condimento à comida que ela já não esteja salgada o suficiente – e até mais que o recomendado.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Ministério da Saúde, os brasileiros devem ingerir no máximo 5 gramas de sal por dia, o equivalente a uma colher de chá. A média de consumo, porém, é de 12 gramas diários.

Quando o pai e a mãe são hipertensos, a chance de o filho ter pressão alta é de 60%. E metade dos casos de hipertensão – que atinge 25% da população – é causada pelo excesso de sal, composto por cloreto de sódio (40%) e cloreto de potássio. Segundo a cardiologista Ludmila Hajjar e o nefrologista Décio Mion, um pacote de 1 kg deve durar quase dois meses para uma família de quatro pessoas.

Efeitos da hipertensão

A maioria dos hipertensos não sente nada. O problema não dá sinais nem sintomas de que já está instalado no organismo. Alguns indivíduos, porém, têm tontura, vista embaçada, palpitação e dor de cabeça, além de zumbido no ouvido e visão de pontos brilhantes.

O excesso de sal ajuda a reter líquidos e aumentar o volume e a pressão sanguíneos. O sangue bombeado com mais força agride o revestimento dos vasos (endotélio), provoca pequenas cicatrizes e contribui para o entupimento das artérias.

As consequências da hipertensão nos diversos órgãos estão relacionadas principalmente à lesão dos vasos e à sobrecarga para o funcionamento deles.

Como o coração é um músculo, ao fazer mais força ele aumenta de tamanho – da mesma forma que o bíceps de um halterofilista. Essa hipertrofia dificulta ainda mais a chegada de oxigênio e nutrientes.

Se um trombo se formar em um vaso cardíaco, pode ocorrer um infarto, que é a morte desse tecido. Caso a mesma lesão aconteça em um vaso que irriga o cérebro, pode haver um acidente vascular cerebral (AVC), também chamado de derrame.

Dicas para controlar a hipertensão

- Perder peso é a forma mais efetiva de baixar a pressão sem usar remédios. E não é necessário emagrecer demais: em média, uma redução de 5 kg diminui a pressão em 5 mm Hg.

- Fazer exercícios também ajuda no controle da hipertensão, melhora o nível de colesterol e o índice glicêmico. O objetivo deve incluir 30 minutos de atividade aeróbica pelo menos três vezes por semana.

-Além disso, beber álcool em quantidade moderada traz benefícios cardiovasculares, mas o consumo de mais de dois drinks por dia já eleva a pressão.

Meta brasileira

Até 2022, o Brasil espera atingir os 5 gramas diários de consumo de sal, como parte do Plano de Ações Estratégicas para Enfrentamento das Doenças Crônicas não Transmissíveis (DCNT).

A indústria de alimentos também aderiu ao objetivo, e assinou um termo de compromisso com o Ministério da Saúde para estabelecer um plano de redução gradual na quantidade de sódio presente em 16 categorias de alimentos, começando por massas instantâneas, pães e bisnaguinhas.

 

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Fonte: g1.globo.com/bemestar

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As crianças criadas com afeto têm o hipocampo -- área do cérebro encarregada da memória -- quase 10% maior que as demais, revela um estudo publicado pela revista científica "Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS)".

A pesquisa, realizada por psiquiatras e neurocientistas da Universidade Washington de Saint Louis, nos EUA, "sugere um claro vínculo entre a criação e o tamanho do hipocampo", explica a professora de psiquiatria infantil Joan L. Luby, uma das autoras.

Para o estudo, os especialistas analisaram imagens cerebrais de crianças com idades entre 7 e 10 anos que, quando tinham entre 3 e 6 anos, foram observados em interação com algum de seus pais, quase sempre com a mãe.

Foram analisadas imagens do cérebro de 92 dessas crianças, algumas mentalmente saudáveis e outras com sintomas de depressão. As crianças saudáveis e criadas com afeto tinham o hipocampo quase 10% maior que as demais. "Ter um hipocampo quase 10% maior é uma evidência concreta do poderoso efeito da criação", ressalta Luby.

A professora defende que os pais criem os filhos com amor e cuidado, pois, segundo ela, isso "claramente tem um impacto muito grande no desenvolvimento posterior".

Durante anos, muitas pesquisas enfatizaram a importância da criação, mas quase sempre focadas em fatores psicossociais e no rendimento escolar. O trabalho publicado, no entanto, "é o primeiro que realmente mostra uma mudança anatômica no cérebro", destaca Luby.

Embora em 95% dos casos estudados as mães biológicas tenham participado do estudo, os pesquisadores indicam que o efeito no cérebro é o mesmo se o responsável pelos cuidados da criança é o pai, os pais adotivos ou os avós.

 

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Fonte: Live Science 10 de outubro de 2011

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Fique Atento!

Esses e outros sintomas estão ligados a LER (lesão por esforço repetitivo). A LER não é uma doença propriamente dita, mas engloba todos os problemas nos ossos e músculos que tenham origem em atividades repetitivas.
A lesão mais comum é a tendinite, uma inflamação nos tendões. Outras recorrentes são a síndrome do túnel do carpo, a tendinite de Quervain, o dedo em gatilho e o cotovelo de tenista.

Quatro aspectos são fundamentais para reduzir dores e riscos:

• Fazer pausas durante qualquer atividade;
• Saber respeitar os limites do corpo;
• A altura e a posição de aparelhos precisam estar adaptadas à pessoa;
• Ter atenção com a postura.

Em qualquer atividade que se faça, é importante usar todo o corpo. Pense no movimento que você realiza, por exemplo, quando se abaixa para pegar um objeto pesado no chão – o ideal é dobrar os joelhos e usar as duas mãos. Esse tipo de raciocínio serve para todos os trabalhos braçais.

No caso do computador, em que a LER é comum, o que se deve observar é a posição dos objetos. A cadeira e a mesa devem ficar na altura que proporcione maior naturalidade e conforto a quem estiver sentado.

A posição mais recomendada do monitor é à altura dos olhos, para evitar que a pessoa abaixe a cabeça e force o pescoço. Para usar o teclado e o mouse, o ideal é que o cotovelo forme um ângulo de 90 graus. Os dois pés devem ficar apoiados no chão e, se a máquina for compartilhada por indivíduos de alturas diferentes, o uso de almofadas pode resolver o problema.

Já os laptops, para utilizá-lo no colo, é preciso tomar alguns cuidados: recostar-se bem no assento, apoiar os pés no chão e colocar algum objeto para deixar o computador um pouco mais alto. Ainda assim, o ideal é colocá-lo sobre a mesa. Para isso, é recomendado colocar um suporte debaixo do aparelho, para que ele não fique muito baixo em relação aos olhos. Teclado e mouse também devem ficar na altura certa.

 

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Fonte: g1.globo.com/bemestar/

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Terça, 19 Abril 2016 15:51

Doenças Reumáticas

“Elas cometem aproximadamente, de cada cinco indivíduos, quatro são mulheres. Não existe uma certeza, mas provavelmente fatores hormonais estão envolvidos nessa prevalência da população feminina”, afirma a reumatologista Cristiane Kayser.

Existem mais de 120 tipos de reumatismos. Além do lúpus, entre as mais comuns estão a osteoporose, que enfraquece os ossos do corpo; a artrite, que é a inflamação das articulações; e a fibromialgia, que causa dor no corpo todo.

Para orientar a população, a Sociedade Brasileira de Reumatologia vai distribuir cartilhas nas redes de saúde pública e privada com informações sobre as doenças.

“A gente sabe que existem fatores genéticos associados. A osteoporose também está associada com fator genético. Então, se a mãe tem osteoporose, é bom a mulher quando chegar a menopausa procurar um reumatologista para fazer uma avaliação”, orienta.

Dores nas juntas, inchaço nas articulações, cansaço excessivo e febre sem explicação, mesmo baixa – tudo isso pode ser indicativo de uma doença reumática. É importante procurar um médico o mais rápido possível, porque essas doenças podem ser crônicas. Mas se forem descobertas no início, respondem bem melhor ao tratamento.


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Fonte: g1.globo.com/bemestar

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Os hormônios são a chave de muitas mudanças físicas e emocionais que acontecem no corpo. Há, portanto, uma diferença entre homens e mulheres. Enquanto nos homens, o único hormônio que determina a função sexual é a testosterona, nas mulheres em menos 15 dias tudo pode mudar.

Na mulher, os hormônios que regulam o comportamento são o estrógeno e a progesterona e começam a ser liberados no corpo a partir da puberdade. Quando chega a última fase da puberdade, a chamada "menarca", que é a primeira menstruação da mulher, também pode vir junto uma síndrome que, dependendo da intensidade, muda completamente a vida da mulher.

A Tensão Pré Menstrual (TPM) é um conjunto de sintomas físicos e emocionais que começam no meio do ciclo menstrual da mulher e desaparecem como num passe de mágica quando chega a menstruação. São mais de 200 sintomas que variam de mulher para mulher.

Níveis de TPM

Leve
7 em cada dez mulheres
Caso mais comum, pode ser resolvido ou pelo menos atenuado com atividade física porque o exercício contribui para diminuir os sintomas físicos (dor no corpo, inchaço, dor de cabeça), melhora a digestão e ainda libera as endorfinas, hormônios que provocam sensação de bem estar e ajudam a aliviar a tensão.

Moderado
2 em cada dez mulheres
A TPM de nível moderado já é esperada pela família e amigos, que ficam em estado de atenção. A pílula anticoncepcional pode ser a primeira tentativa porque, com o uso do medicamento, as variações hormonais reduzem bastante.

Extremo
1 em cada dez mulheres
Compromete as atividades do cotidiano da mulher, que se torna capaz de tomar atitudes ou decisões das quais pode se arrepender depois que os sintomas passarem. Pela seriedade da síndrome, é necessário procurar um médico, que pode recitar antidepressivos, como a fluoxetina, e usar a pílula anticoncepcional associada.

Existe uma diferença entre o comportamento dos homens e das mulheres. Os médicos acreditam que o principal motivo dessa diferença é a oscilação hormonal. O homem nasce com uma produção baixa de testosterona, que aumenta na puberdade e se mantém estável até a andropausa, quando cai.

Já a mulher nasce com uma quantidade reduzida de estrógeno e progesterona, que aumentam na primeira menstruação e, a partir daí, começam a oscilar freneticamente a cada duas semanas e só cai quando chega na menopausa. A variação hormonal tem o mesmo "desenho" da variação emocional. Enquanto os homens são estáveis e permanentes, as mulheres enfrentam altos e baixos durante todo período fértil.

Um dos pressupostos básicos para que a mulher tenha TPM é ter um ciclo regular de menstruação. A TPM depende dessa oscilação hormonal, e o ciclo regular faz com que ela fique caracterizada. Portanto, a TPM só aparece depois da menarca, a primeira menstruação e última fase da puberdade.

O estrógeno e a progesterona desempenham papeis diferentes no corpo da mulher. Basicamente, na primeira fase do ciclo, o estrógeno está subindo e a progesterona está em baixa quantidade. Após a ovulação, começa a TPM e as mudanças hormonais passam a determinar mudanças físicas e emocionais. As físicas tem mais relação com a progesterona e as emocionais com o estrógeno.

Estrógeno e serotonina: as mudanças hormonais da mulher têm relação com o estrógeno, pois ele está associado à produção e ação da serotonina.

As pesquisas mostram que conforme o estrógeno sobe, a serotonina - hormônio que provoca sensação de bem estar - também sobe. E se o estrógeno desce, a serotonina acompanha a queda.

Progesterona e retenção de líquido: a progesterona tem efeito "mineralocorticóide". Basicamente, ela age nos receptores dos rins que fazem a reabsorção da água, estimulando essa reabsorção. Em outras palavras, ela bloqueia parcialmente a liberação de água pelo rim. Isso explica a retenção de líquido durante o período pré-menstrual e consequentemente os principais sintomas físicos, como o inchaço e massalgia (dor na mama).

Tipos de TPM

Os mais de 200 sintomas da TPM variam de mulher para mulher, mas 4 deles são mais comuns. Através destes sintomas, é possível dividir os tipos de TPM como mostra abaixo:

Inchaço: para as mulheres em que o inchaço é o sintoma que aparece com mais força durante a TPM, a recomendação médica é fazer sessões regulares de drenagem linfática, um tipo de massagem que ajuda a combater a retenção de líquido, assim como a dieta sem sal. Atividade física também melhora o inchaço porque melhora a circulação. Para inchaço na perna, a meia elástica pode ajudar.
Tomar bastante água ajuda a inibir o hormônio ACTH, o anti-diurético, que é produzido pelo rim e gera a quantidade de água no corpo. Nesse tipo de TPM também é comum a mulher apresentar dores, principalmente na mama (massalgia) e dor de cabeça. Reduzir sal também ajuda a evitar as dores. Evitar roupas muito apertadas também é uma boa dica, porque diminui a pressão no corpo e alivia esse tipo de dor.

Ansiedade: para quem tem irritabilidade, nervosismo e sensibilidade emocional como principal sintoma da TPM, a recomendação médica é fazer atividades que ajudem a relaxar e reequilibrar o corpo, como yoga e meditação. É aconselhável reduzir alimentos ricos em cafeína (café, refrigerante, chá-preto). Cortar álcool também é importante porque o álcool é um excitante do cérebro.

Depressão: não é recomendada a cafeína, porque nesse tipo de TPM, além do cansaço e da depressão, o sono também pode ser afetado. Por isso a primeira dica é tentar dormir mais e melhor. Para isso, o conselho é evitar comer demais e beber álcool logo antes de dormir. Banho morno à noite ajuda a relaxar e fazer atividade física de manhã é a melhor das dicas porque ajuda a dar disposição para enfrentar o dia através da liberação de endorfinas.

Compulsão: é uma das piores queixas das mulheres porque a compulsão as faz engordar e desencadeia outros sintomas. A recomendação neste caso é levar lanches saudáveis e frutas para o trabalho e comer de três em três horas.

Alimentos ricos em fibras têm maior poder de saciedade e por isso podem ajudar a controlar a compulsão. Estão na lista aveia, pão e arroz integral, sementes de linhaça e frutas com casca (como maçã, pêra e pêssego).
Ao agendar uma consulta no médico, a mulher pode levar um caderno com anotações dos sintomas que sente normalmente durante a TPM. Isso pode ajudá-lo a resolver o problema.

Pílula anticoncepcional

O uso da pílula faz com que as variações hormonais reduzam bastante, controlando a TPM. Em uma situação normal, a progesterona começa baixinha no começo do ciclo e vai crescendo bem devagar, até que na ovulação dá um pico e se mantém estável até a menstruação, quando cai abruptamente a nível zero. Já o estrógeno sobe gradualmente até a ovulação, quando atinge seu pico. Depois, ele começa a cair levemente e, quando vem a menstruação, cai abruptamente a nível zero. Quando a mulher toma pílula, os dois sobre gradualmente, mas muito menos, até a ovulação, onde atingem um leve pico, depois descem gradualmente, juntos.

TPM x Chocolate

Muitas mulheres associam o chocolate à TPM. Além de ser doce, ele tem uma grande quantidade de triptofano, uma substância que se transforma em serotonina, o hormônio do bem-estar. A serotonina ajuda a aliviar os sintomas da TPM e, portanto, pode e deve ser usada nessa fase do ciclo. No entanto, o chocolate não é o campeão de triptofano.

Por exemplo, uma barra de chocolate ao leite tem 0,13 gramas de triptofano, enquanto um ovo de galinha tem 1g, ou seja, equivale a 7 barras e meia de chocolate. Semente de girassol, abacate e banana também contém essa substância.

Outros alimentos “anti-TPM” que podem ajudar a acelerar a criação da serotonina a partir do triptofano são os ricos em magnésio (abacate, nozes, castanhas, brócolis e folhas verde-escuras) e os ricos em vitamina B6 (banana, batata, feijão, ovo, carne vermelha, pão e cereais).


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Fonte: http://g1.globo.com/bemestar

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